PRÓXIMO COLÓQUIO DA FÍSICA

 PRÓXIMO COLÓQUIO DA FÍSICA

 

28 de fevereiro

Prof. Maximiliano Ujevic Tonino (CCNH-UFABC)

Titulo: Relatividade Geral, Ondas Gravitacionais e o Prêmio Nobel em Física de 2017

Resumo: Neste colóquio faremos uma breve descrição do prêmio Nobel em Física do ano 2017. Tratando-se de um colóquio para um público não especialista (mas amante da Física) o número de equações será reduzido ao mínimo possível.

 

 


PRÓXIMOS COLÓQUIOS

 

07 de março

Peter B. Schulz (Faculdade de Ciências Aplicadas – Unicamp)

Título:  O uso de indicadores de produção científica: o perigo da automedicação

Resumo: Quando uma pessoa se sente mal, é muito comum automedicar-se. Um perigo conhecido de todos, mas mesmo assim praticado indiscriminadamente. O mesmo acontece com os indicadores de produção científica e seu impacto. A ampla disponibilidade de dados e ferramentas em bases de dados como a Web of Science disseminou o uso desses indicadores para subsidiar tomadas de decisão por parte de leigos em cientometria, que é justamente a área do conhecimento que se debruça sobre esses mesmos indicadores. Nem sempre os tomadores de decisão usam apropriadamente os indicadores, cujo uso inadequado cria mitos, podendo ameaçar os valores de uma comunidade científica. Nessa palestra serão apresentados alguns exemplos concretos de uso inadequado de indicadores, além de indicadores inadequados em si, como o índice h. Por fim, serão apresentados os cuidados recomendados pela cientometria profissional. 

 

14 de Março de 2018

Hugo Natal da Luz (High Energy Physics and Instrumentation Center

Universidade de São Paulo)

Título: Desenvolvimento e Aplicações de Detectores Gasosos Baseados em Microestruturas

Resumo: O estudo de detectores gasosos baseados em microestruturas (MicroPattern Gaseous Detectors - MPGD) é um dos focos do High Energy Physics and Instrumentation Center na USP (HEPIC@USP), na sua vertente dedicada à instrumentação. Estes detectores baseiam-se em técnicas modernas de microelectrónica que permitem a construção de eletrodos em padrões muito densos, com espaçamentos de dezenas de μm, onde se geram campos elétricos intensos e localizados. O Gas Electron Multiplier (GEM), um dos detectores deste tipo com maior sucesso, vai integrar os planos de leitura previstos para as próximas atualizações da Câmara de Projeção Temporal do experimento ALICE, instalado no CERN. O HEPIC@USP participou do esforço de P&D para essas atualizações, enquanto desenvolveu uma infraestrutura laboratorial que permitiu levar a cabo uma pesquisa independente neste tipo de detectores e suas aplicações. Foram definidas várias linhas de pesquisa e desenvolvimento em GEMs que vão deste a detecção de raios X à detecção de neutrões, passando pelo desenho de novos protótipos.

Neste colóquio serão mostrados os progressos nos protótipos montados no Reator de Pesquisas do IPEN para a detecção de nêutrons e em um detector sensível à posição com vista à imagem de fluorescência de raios X. Serão também mostrados resultados de diferentes Thick-GEMs desenhados no grupo e produzidos em São Paulo.

 

 

21 de março

Marcelo Takeshi Yamashita (IFT-Unesp)

Título: Quando menos é mais: universalidade em física quântica de poucos corpos

Resumo: A palavra "poucos" que aparece no título deste colóquio é um pronome indefinido. A despeito de parecer um pouco estranha a utilização dessa palavra para nomear uma área da física, a chamada "física quântica de poucos corpos" consiste essencialmente em uma área que reúne diversos métodos que têm como característica comum o estudo de algum sistema quântico (podem ser núcleons, quarks, átomos, etc.) olhando para cada partícula individualmente e considerando as interações dessas com as outras partículas constituintes do sistema. "Poucos" pode, então, variar desde duas até dezenas de partículas desde que a premissa da individualidade das partículas seja respeitada. Outra palavra que aparece no título e que merece uma explicação é "universalidade". A princípio, as interações entre as partículas podem ser sofisticadas o quanto se queira. Porém, em muitas situações, os sistemas apresentam comportamentos que parecem independer do tipo da interação que consideramos - essa independência é chamada de "universalidade". Neste colóquio, farei um pequeno histórico dos trabalhos sobre universalidade em física quântica de poucos corpos. Discutirei desde os trabalhos pioneiros no contexto da física nuclear até os recentes avanços no contexto de átomos ultrafrios.

 

28 de março

Thiago Branquinho

Título: Transferência de carga em sistemas moleculares do tipo aceitador/doador

Resumo: Os mecanismos da separação e transporte de cargas (elétrons e buracos) em sistemas orgânicos, como na fotossíntese ou em células solares orgânicas, ainda não foram plenamente compreendidos. Por exemplo, em células solares, a força atrativa de Coulomb entre um elétron e um buraco no centro separador de cargas (uma molécula doadora de elétrons e uma molécula aceitadora, acopladas) dificilmente poderia ser superada pela força do campo elétrico devido aos eletrodos. Dessa forma, não poderíamos obter células solares eficientes, o que é contraditório ao o que é observado experimentalmente. Neste colóquio vou discutir essa e outras aparentes inconsistências que a separação de cargas apresenta, as dificuldades em tratar esses problemas em mecânica quântica e apresentar abordagens que tratam apropriadamente esses sistemas.

 

 

 


COLÓQUIOS ANTERIORES

 

Colóquios 2017

 

Seminários 2016

 

Seminários 2015
 

Seminários 2014
 

Seminários 2013
 

Seminários 2012
 

Seminários 2011
 

Seminários 2010
 

Seminários 2009
 

Seminários 2008
 

Seminários 2007

Go to top